Mundo em Revista
- Cinco pessoas morrem em novo ataque com mísseis em zona tribal paquistanesa
- Seul confia em retomar em breve o diálogo para desnuclearização de Pyongyang
- Colégios eleitorais abrem para pleito ao Parlamento regional da Chechênia
- Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão
- Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão
- Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão
12.10.2008 | 08:22 UTC
Cinco pessoas morrem em novo ataque com mísseis em zona tribal paquistanesa
Islamabad, 12 out (EFE).- Pelo menos cinco pessoas morreram em um
novo ataque com mísseis na zona tribal paquistanesa do Waziristão do
Norte, fronteira com o Afeganistão, supostamente lançado por um
avião americano sem piloto, informou hoje uma fonte de segurança.
Segundo a fonte, citada pelo canal privado "Geo TV", um avião
teleguiado dos EUA lançou ontem à noite dois mísseis perto de Miran
Shah, capital do Waziristão do Norte.
"Dois mísseis caíram contra um complexo justo nos arredores de
Miran Shah, que mataram cinco pessoas e deixaram duas feridas",
disse a fonte sob condição de anonimato.
Os feridos foram já levados a um hospital da região.
Nem o comando militar paquistanês nem o comando americano
informaram sobre o ataque. EFE
igb-amp/ma
12.10.2008 | 07:58 UTC
Seul confia em retomar em breve o diálogo para desnuclearização de Pyongyang
Cecilia Heesook Paek.
Seul, 12 out (EFE).- Os negociadores de seis lados se reunirão em
breve para retomar o processo de desnuclearização da Coréia do
Norte, após os Estados Unidos terem retirado ontem o país comunista
de sua "lista negra", segundo anunciou hoje Seul.
A decisão dos EUA de tirar a Coréia do Norte da lista de países
que patrocinam o terrorismo foi apoiada hoje pela Coréia do Sul,
enquanto o Japão não escondeu seu mal-estar, porque o litígio do
seqüestro de cidadãos japoneses continua sem ser resolvido.
O Governo japonês insistiu hoje na necessidade de solucionar os
seqüestros de seus cidadãos pela Coréia do Norte nos anos 70 e 80,
com o ministro das Finanças, Shoichi Nakagawa, assinalando em
Washington que a decisão dos Estados Unidos era "lamentável".
Mas Coréia do Sul e Japão confiaram em que as conversas de seis
lados, nas quais participam as duas Coréias, China, Rússia, Japão e
EUA e estão há meses estagnadas, serão retomadas em breve para
impulsionar a completa desnuclearização norte-coreana.
"A intenção é devolver a reunião de seis lados a seu ritmo
habitual e criar uma situação na qual a Coréia do Norte abandone
definitivamente seu programa nuclear", disse hoje o negociador
sul-coreano no diálogo nuclear, Kim Sook, em entrevista coletiva.
A Coréia do Norte demorou 20 anos para sair da "lista negra" dos
EUA sobre os países que patrocinam o terrorismo, após ter sido
incluída em 1988 por sua participação na destruição de um avião
sul-coreano de passageiros.
Washington tomou esta decisão após a viagem realizada na semana
passada a Pyongyang por seu representante nas conversas nucleares,
Christopher Hill.
Agora a principal tarefa da próxima reunião de seis lados é
definir o mecanismo para verificar o potencial nuclear da Coréia do
Norte, ao que esse país acedeu, segundo os EUA.
O setor conservador americano acusa o presidente George W. Bush
de ter cedido demais a Pyongyang, enquanto o Japão parece o país
mais reticente nas negociações.
O negociador sul-coreano ressaltou hoje que o acordo entre EUA e
Coréia do Norte garante a participação dos seis países negociadores
de seis lados no processo de verificação do atual potencial nuclear
do país.
Segundo explicou, o acordo com os EUA estabelece uma verificação
completa, que inclui o programa de enriquecimento de urânio e
envolve a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)
No entanto, fica no ar a parte não declarada no estoque nuclear,
que deverá ser verificada quando se tiver conseguido o consentimento
da Coréia do Norte.
Apesar de a Coréia do Norte ter entregado em junho seu inventário
nuclear, o processo de desnuclearização sofreu uma brusca parada,
por causa das divergências com os EUA sobre como promover essa
verificação.
Pyongyang limitou a verificação a sua usina nuclear de plutônio
de Yongbyon, enquanto Washington quer incluir o programa de
enriquecimento de urânio, a suposta cooperação nuclear com a Síria e
instalações nucleares não declaradas no inventário.
Além disso, com a retirada da "lista negra" a Coréia do Norte
pretendia conseguir empréstimos das entidades financeiras
internacionais para resgatar sua economia.
Mas analistas sul-coreanos acham que a iniciativa americana tem
um significado por enquanto simbólico, pois a Coréia do Norte não
poderá receber benefícios econômicos ao serem mantidas ainda uma
série de sanções.
Nesta sexta-feira, o Japão prorrogou por seis meses as sanções
econômicas a Pyongyang, que proíbem a importação de produtos
norte-coreanos por parte do Japão, as exportações de muitos produtos
japoneses ao país e a entrada em águas territoriais japonesas de
navios de bandeira norte-coreana. EFE
ce/ma
12.10.2008 | 07:30 UTC
Colégios eleitorais abrem para pleito ao Parlamento regional da Chechênia
Moscou, 12 out (EFE).- Os colégios eleitorais abriram hoje suas
portas às 8h (1h de Brasília) na Chechênia para as eleições ao
Parlamento regional, informou a Comissão Eleitoral (CE) dessa
república russa do norte do Cáucaso.
"Fomos informados por todas as comissões eleitorais territoriais.
Confirmaram que às 8h da manhã abriu cada um dos colégios eleitorais
de todas as povoações da república", disse Ismail Baijanov,
presidente da CE.
Ele especificou que há um total de 437 colégios eleitorais e mais
de 591.000 eleitores convocados às urnas, segundo a agência
"Interfax".
"Graças ao apoio dado pelas autoridades da república, todos os
colégios eleitorais contam com uma boa comunicação e com fontes de
energia de reserva. Também está garantida a segurança dos membros
das comissões eleitorais, assim como dos cidadãos que forem aos
colégios eleitorais", assinalou.
Baijanov previu uma alta participação e se aventurou a assegurar
que não será inferior à atingida em dezembro passado durante as
eleições à Duma (Câmara dos Deputados da Rússia), nas quais 99,6% da
população dessa república foi às urnas.
As eleições legislativas na Chechênia têm caráter extraordinário,
porque o Parlamento bicameral checheno, cujo mandato expirava em
2009, foi dissolvido no dia 27 de junho devido a modificações na
Constituição e nas leis eleitorais da república. EFE
egw/ma
12.10.2008 | 06:40 UTC
Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão
Cabul, 12 out (EFE).- Pelo menos 62 supostos talibãs morreram
durante o transcurso de uma ofensiva das forças afegãs e
internacionais na instável província de Helmand, informou à Agência
Efe uma fonte oficial.
O porta-voz do governador provincial da província afegã, Dawoud
Ahmadi, explicou que um grupo de insurgentes atacou postos policiais
ontem à noite e se iniciaram alguns combates que incluíram ataques
aéreos das tropas estrangeiras destacadas no país.
Ahmadi não pôde confirmar se os bombardeios foram realizados por
forças da Otan ou da coalizão liderada pelos Estados Unidos, embora
na zona se concentram tropas britânicas da Força Internacional de
Assistência à Segurança (Isaf), sob comando da Otan.
A troca de fogo e os bombardeios aconteceram em Lashkar Gah, a
capital de Helmand, e duraram até a primeira hora da manhã, segundo
Ahmadi.
Helmand é junto com Kandahar um dos principais redutos da
insurgência talibã, que está estendendo suas operações a outras
regiões do leste e do oeste afegão.
Cerca de 4.100 pessoas morreram este ano por causa da violência
no Afeganistão. EFE
lo-amp/ma
12.10.2008 | 06:10 UTC
Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão
Cabul, 12 out (EFE).- Pelo menos 62 supostos talibãs morreram
durante o transcurso de uma ofensiva das forças afegãs e
internacionais na instável província de Helmand, informou à Agência
Efe uma fonte oficial.
O porta-voz do governador provincial da província afegã, Dawoud
Ahmadi, explicou que um grupo de insurgentes atacou postos policiais
ontem à noite e se iniciaram alguns combates que incluíram ataques
aéreos das tropas estrangeiras destacadas no país. EFE
lo-amp/ma
12.10.2008 | 06:08 UTC
Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão
Cabul, 12 out (EFE).- Pelo menos 62 supostos talibãs morreram
durante o transcurso de uma ofensiva das forças afegãs e
internacionais na instável província de Helmand, informou à Agência
Efe uma fonte oficial. EFE
lo-amp/ma

