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Mundo em Revista


12.10.2008  | 08:22 UTC

Cinco pessoas morrem em novo ataque com mísseis em zona tribal paquistanesa

Islamabad, 12 out (EFE).- Pelo menos cinco pessoas morreram em um novo ataque com mísseis na zona tribal paquistanesa do Waziristão do Norte, fronteira com o Afeganistão, supostamente lançado por um avião americano sem piloto, informou hoje uma fonte de segurança.
Segundo a fonte, citada pelo canal privado "Geo TV", um avião teleguiado dos EUA lançou ontem à noite dois mísseis perto de Miran Shah, capital do Waziristão do Norte.
"Dois mísseis caíram contra um complexo justo nos arredores de Miran Shah, que mataram cinco pessoas e deixaram duas feridas", disse a fonte sob condição de anonimato.
Os feridos foram já levados a um hospital da região.
Nem o comando militar paquistanês nem o comando americano informaram sobre o ataque. EFE
igb-amp/ma


12.10.2008  | 07:58 UTC

Seul confia em retomar em breve o diálogo para desnuclearização de Pyongyang

Cecilia Heesook Paek.
Seul, 12 out (EFE).- Os negociadores de seis lados se reunirão em breve para retomar o processo de desnuclearização da Coréia do Norte, após os Estados Unidos terem retirado ontem o país comunista de sua "lista negra", segundo anunciou hoje Seul.
A decisão dos EUA de tirar a Coréia do Norte da lista de países que patrocinam o terrorismo foi apoiada hoje pela Coréia do Sul, enquanto o Japão não escondeu seu mal-estar, porque o litígio do seqüestro de cidadãos japoneses continua sem ser resolvido.
O Governo japonês insistiu hoje na necessidade de solucionar os seqüestros de seus cidadãos pela Coréia do Norte nos anos 70 e 80, com o ministro das Finanças, Shoichi Nakagawa, assinalando em Washington que a decisão dos Estados Unidos era "lamentável".
Mas Coréia do Sul e Japão confiaram em que as conversas de seis lados, nas quais participam as duas Coréias, China, Rússia, Japão e EUA e estão há meses estagnadas, serão retomadas em breve para impulsionar a completa desnuclearização norte-coreana.
"A intenção é devolver a reunião de seis lados a seu ritmo habitual e criar uma situação na qual a Coréia do Norte abandone definitivamente seu programa nuclear", disse hoje o negociador sul-coreano no diálogo nuclear, Kim Sook, em entrevista coletiva.
A Coréia do Norte demorou 20 anos para sair da "lista negra" dos EUA sobre os países que patrocinam o terrorismo, após ter sido incluída em 1988 por sua participação na destruição de um avião sul-coreano de passageiros.
Washington tomou esta decisão após a viagem realizada na semana passada a Pyongyang por seu representante nas conversas nucleares, Christopher Hill.
Agora a principal tarefa da próxima reunião de seis lados é definir o mecanismo para verificar o potencial nuclear da Coréia do Norte, ao que esse país acedeu, segundo os EUA.
O setor conservador americano acusa o presidente George W. Bush de ter cedido demais a Pyongyang, enquanto o Japão parece o país mais reticente nas negociações.
O negociador sul-coreano ressaltou hoje que o acordo entre EUA e Coréia do Norte garante a participação dos seis países negociadores de seis lados no processo de verificação do atual potencial nuclear do país.
Segundo explicou, o acordo com os EUA estabelece uma verificação completa, que inclui o programa de enriquecimento de urânio e envolve a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)
No entanto, fica no ar a parte não declarada no estoque nuclear, que deverá ser verificada quando se tiver conseguido o consentimento da Coréia do Norte.
Apesar de a Coréia do Norte ter entregado em junho seu inventário nuclear, o processo de desnuclearização sofreu uma brusca parada, por causa das divergências com os EUA sobre como promover essa verificação.
Pyongyang limitou a verificação a sua usina nuclear de plutônio de Yongbyon, enquanto Washington quer incluir o programa de enriquecimento de urânio, a suposta cooperação nuclear com a Síria e instalações nucleares não declaradas no inventário.
Além disso, com a retirada da "lista negra" a Coréia do Norte pretendia conseguir empréstimos das entidades financeiras internacionais para resgatar sua economia.
Mas analistas sul-coreanos acham que a iniciativa americana tem um significado por enquanto simbólico, pois a Coréia do Norte não poderá receber benefícios econômicos ao serem mantidas ainda uma série de sanções.
Nesta sexta-feira, o Japão prorrogou por seis meses as sanções econômicas a Pyongyang, que proíbem a importação de produtos norte-coreanos por parte do Japão, as exportações de muitos produtos japoneses ao país e a entrada em águas territoriais japonesas de navios de bandeira norte-coreana. EFE
ce/ma


12.10.2008  | 07:30 UTC

Colégios eleitorais abrem para pleito ao Parlamento regional da Chechênia

Moscou, 12 out (EFE).- Os colégios eleitorais abriram hoje suas portas às 8h (1h de Brasília) na Chechênia para as eleições ao Parlamento regional, informou a Comissão Eleitoral (CE) dessa república russa do norte do Cáucaso.
"Fomos informados por todas as comissões eleitorais territoriais. Confirmaram que às 8h da manhã abriu cada um dos colégios eleitorais de todas as povoações da república", disse Ismail Baijanov, presidente da CE.
Ele especificou que há um total de 437 colégios eleitorais e mais de 591.000 eleitores convocados às urnas, segundo a agência "Interfax".
"Graças ao apoio dado pelas autoridades da república, todos os colégios eleitorais contam com uma boa comunicação e com fontes de energia de reserva. Também está garantida a segurança dos membros das comissões eleitorais, assim como dos cidadãos que forem aos colégios eleitorais", assinalou.
Baijanov previu uma alta participação e se aventurou a assegurar que não será inferior à atingida em dezembro passado durante as eleições à Duma (Câmara dos Deputados da Rússia), nas quais 99,6% da população dessa república foi às urnas.
As eleições legislativas na Chechênia têm caráter extraordinário, porque o Parlamento bicameral checheno, cujo mandato expirava em 2009, foi dissolvido no dia 27 de junho devido a modificações na Constituição e nas leis eleitorais da república. EFE
egw/ma


12.10.2008  | 06:40 UTC

Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão

Cabul, 12 out (EFE).- Pelo menos 62 supostos talibãs morreram durante o transcurso de uma ofensiva das forças afegãs e internacionais na instável província de Helmand, informou à Agência Efe uma fonte oficial.
O porta-voz do governador provincial da província afegã, Dawoud Ahmadi, explicou que um grupo de insurgentes atacou postos policiais ontem à noite e se iniciaram alguns combates que incluíram ataques aéreos das tropas estrangeiras destacadas no país.
Ahmadi não pôde confirmar se os bombardeios foram realizados por forças da Otan ou da coalizão liderada pelos Estados Unidos, embora na zona se concentram tropas britânicas da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf), sob comando da Otan.
A troca de fogo e os bombardeios aconteceram em Lashkar Gah, a capital de Helmand, e duraram até a primeira hora da manhã, segundo Ahmadi.
Helmand é junto com Kandahar um dos principais redutos da insurgência talibã, que está estendendo suas operações a outras regiões do leste e do oeste afegão.
Cerca de 4.100 pessoas morreram este ano por causa da violência no Afeganistão. EFE
lo-amp/ma


12.10.2008  | 06:10 UTC

Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão

Cabul, 12 out (EFE).- Pelo menos 62 supostos talibãs morreram durante o transcurso de uma ofensiva das forças afegãs e internacionais na instável província de Helmand, informou à Agência Efe uma fonte oficial.
O porta-voz do governador provincial da província afegã, Dawoud Ahmadi, explicou que um grupo de insurgentes atacou postos policiais ontem à noite e se iniciaram alguns combates que incluíram ataques aéreos das tropas estrangeiras destacadas no país. EFE
lo-amp/ma


12.10.2008  | 06:08 UTC

Mais de 60 talibãs morrem em combates no Afeganistão

Cabul, 12 out (EFE).- Pelo menos 62 supostos talibãs morreram durante o transcurso de uma ofensiva das forças afegãs e internacionais na instável província de Helmand, informou à Agência Efe uma fonte oficial. EFE
lo-amp/ma



 
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